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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

PROJETO: PARÓDIAS MATEMÁTICAS 2014

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Professores
Flávia Costa, 
Ilton Bruno e 
Poliana Brito
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O projeto foi desenvolvido, na EEEF Nossa Senhora do Rosário, pela equipe de matemática juntamente com os alunos da manhã e da tarde. Dentro do tema geral ARTE COMO INSERÇÃO SOCIAL E ENTRETENIMENTO, escolhemos a MÚSICA, focando na elaboração de paródias matemáticas, com o objetivo de estimular o interesse e consequentemente uma melhoria na aprendizagem.
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Inicialmente ouvimos em sala de aula algumas paródias matemáticas e discutimos sobre a estrutura e construção das mesmas. Em seguida, foram formados  grupos que ficaram responsáveis, a cada bimestre, pela elaboração de uma paródia com os conteúdos estudados em sala. Durante o desenvolvimento do projeto, os alunos demonstraram bastante interesse em participar das atividades propostas.
As paródias, além de serem apresentadas em sala, foram exibidas para toda comunidade escolar, na culminância do projeto geral da escola.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Projeto: No Intervalo tem Cultura

Professores Organizadores:
José Ilton Bruno Eneas
Pollyana Rodrigues Soares da Silveira

O projeto idealizado pelos professores Ilton Bruno e Pollyana Rodrigues, ao integrar o projeto “Arte como Inserção social e entretenimento”, desenvolvido na E.E.E.F. Nossa Senhora do Rosário no ano letivo 2014, objetivou incentivar a prática de atividades culturais pelos alunos, enriquecendo a formação cultural e descobrindo novos talentos.
As atividades do projeto foram realizada semanalmente no refeitório da escola, no horário do intervalo (das 9:15h as 9:30h no turno da manhã e das 15:15 as 15:30 no turno da tarde) , com apresentações musicais e poesia, proporcionando momentos de integração dos alunos.
O projeto contribuiu de forma significativa para incentivar as iniciativas artísticas dentro da escola, que muitas vezes ficavam restritas às Mostras Pedagógicas, que acontecem uma vez por ano. Além disso, o projeto possibilitou que os alunos aproveitassem o tempo do intervalo de forma descontraída e diferente.
O envolvimento dos alunos no projeto foi grande. Descobrimos vários talentos e pudemos conhecer trabalhos belíssimos produzidos pelos alunos.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Aula de campo nas ITACOATIARAS DO INGÁ - PB

Em Setembbro de 2011, a EEEFM Nossa Senhora do Rosário organizou uma programação com aulas de campo para os alunos dos turnos manhã e tarde, nas ITACOATIARAS DO INGÁ (pedras do Ingá-PB). Com isso os alunos tiveram uma brilhante aula ministrada por Dennis Mota ( Pesquisador e Guia de Turismo) e posteriormente elaboraram um relatório. Vejam algumas fotos.

O município do Ingá é famoso pela pedra de 24 metros de largura por 3 metros de altura contendo inscrições rupestres talhadas antes da chegada dos europeus. Há várias figuras representando animais, frutas, humanos e constelações. Essa pedra também é chamada de Pedra Lavrada ou Itacoatiaras (pedras riscadas em Tupi). Na região há outros indícios arqueológicos também. É um dos sítios arqueológicos do Nordeste de maior importância histórica e científica, sendo que suas inscrições até hoje não foram decifradas. Sua origem é desconhecida, mas há quem acredite que foram talhadas por indígenas, fenícios ou outros povos antigos. Objeto de estudo de cientistas nacionais e internacionais, é divulgada em vários países. Uma outra curiosidade é que uma das pedras emite sons metálicos parecidos com um sino, apesar de não ser oca. As Itacoatiaras de Ingá são tombadas pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), desde 29 de maio de 1944.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Passeio com os alunos pelo Museu Histórico e Geográfico, lixão e açude de bodocongó de Campina Grande

Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande

O prédio onde hoje funciona o Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande teve sua construção iniciada em 1812  e inauguração em 1814, no largo da Matriz (atual Avenida Floriano Peixoto). A princípio, o prédio foi construído como a primeira cadeia de Campina Grande, 24 anos depois de esta se tornar Vila, a Vila Nova da Rainha. Durante 60 anos, o térreo serviu de cadeia e o primeiro andar funcionou como a "Casa da Câmara" (atual Câmara Municipal).
Em 13 de janeiro de 1896, foi inaugurada a Estação Telegráfica inicialmente denominada "Estação Telefônica". A frase "Telegrapho Nacional" ainda hoje se encontra estampada no topo do prédio. Foi em janeiro de 1983, durante gestão do prefeito Enivaldo Ribeiro, que o prédio foi utilizado para sediar o museu histórico. O acervo do museu dedica-se ao desenvolvimento histórico, social e cultural de Campina Grande. Possui fotografias, artigos, mapas, móveis, armas, veículos, jóias, bonecos e ferramentas organizados de forma a contar a história da cidade.















O LIXÃO de Campina Grande 
O lixão, abrange uma área de 3 hectares, está inserido em um terreno bastante irregular, de difícil acesso, recebe o lixo domiciliar de todos os bairros de campina Grande-PB, bem como o lixo hospitalar. Na área física do lixão, foi verificada a existência de um posto fiscal, de uma cooperativa e de comércio. De acordo com as informações da cooperativa e com as observações realizadas, existem em média 150 trabalhadores precoces, destes 83% não frequentam a escola, 50% recebem a bolsa do PETI.>>>
Fonte: http://www.sbpcnet.org.br/livro/58ra/SENIOR/RESUMOS/resumo_2787.html


 Açude de Bodocongó
             O Açude de Bodocongó foi originalmente criado por conta da escassez de água na região, uma vez que o Açude Novo e o Açude Velho, localizados no centro da cidade, já não estavam suprindo as necessidades da população. Além do mais, o Açude de Bodocongó fica muito distante dos Açudes mencionados acima, podendo abastecer gente que morava muito longe do centro da cidade.
            Para sua criação, a prefeitura trouxe da Inspetoria Federal de Obras Contra as Secas (IFOCS) um engenheiro que instalou no antigo sítio Ramada o novo açude. Em 1915 se dá o início de sua contrução, que teve término no dia 15 de janeiro de 1917, sendo entregue à população em 11 de fevereiro do mesmo ano.